NTT Data

Flowie – Experiências de Impacto

Da consciência intelectual ao compromisso visceral: a jornada para engajar a liderança com a diversidade

A NTT Data, em seu compromisso contínuo com a Diversidade e Inclusão, identificou uma oportunidade para aprofundar o engajamento de suas lideranças com o tema. A companhia já possuía uma diretriz organizacional global clara e um discurso alinhado, e buscava maneiras de capacitar suas lideranças para que se tornassem os motores dessa transformação no dia a dia.

O objetivo era evoluir de políticas para práticas consistentes, transformando boas intenções em mudanças reais e sustentáveis.

Como nós ajudamos?

Para atender ao desafio de tornar a Diversidade e a Inclusão um compromisso genuíno das lideranças, desenhamos uma Flowie, nosso programa de imersões em biomas brasileiros. O evento é cuidadosamente arquitetado para mover as lideranças da consciência intelectual para o compromisso visceral.

Começamos nossos trabalhos ouvindo. Fizemos um diagnóstico com a liderança da empresa e o que apareceu foi revelador:

  • 100% disseram querer contribuir para que a organização fosse mais diversa, justa e inclusiva.
  • Mas só 28,6% acreditavam ter as habilidades para gerir times diversos ou conduzir conversas difíceis sobre vieses, privilégios e microagressões.

Para enfrentar esse desafio, decidimos fugir do óbvio. Nada de slides ou manuais de “o que pode e o que não pode”. 

Organizamos uma experiência capaz de expandir a mente e conectá-la com as emoções, integrando o entendimento e a sensibilidade através do corpo.

E como fizemos isso? 

Combinando conhecimento avançado às mais modernas abordagens de desenvolvimento humano:

  • Metodologias ativas de aprendizagem: gamificação, estudos de caso reais, dilemas práticos. As lideranças foram confrontadas com situações que poderiam acontecer em seus contextos de trabalho.
  • Diálogo profundo: criamos espaços seguros de escuta e troca (inspirados no Art of Hosting e na Teoria U), onde velhas certezas puderam ser questionadas e ressignificadas.
  • Abordagens somáticas e afetivas: sim, o corpo não só aprende como se encerram nele todos os nossos canais de aprendizagem. Trabalhamos com práticas embasadas na Psicologia Corporal que trouxeram emoção e presença.

Nosso objetivo não era dizer o que cada um deveria pensar, e sim provocar as condições para que as pessoas sentissem, de dentro para fora, o peso e a urgência da pauta. E o principal: ajudar a identificar, em suas próprias histórias, os gatilhos que podem ser entraves para exercerem uma liderança verdadeiramente humana.

Principais resultados:

O impacto da experiência foi imediato e profundo. A pesquisa pós-imersão nos trouxe:

  • NPS de 100.
  • +61,1% na percepção de conhecimento sobre diversidade e inclusão.
  • +73,7% na percepção de sensibilidade em relação ao tema.
  • 100% do público avaliou os diálogos propostos como “relevantes” ou “muito relevantes”.
  • 100% avaliaram as facilitadoras com nota máxima.
  • 77,8% avaliaram os diálogos com nota máxima.
  • 88,9% atribuíram nota máxima ao formato da facilitação (metodologias, ferramentas, diálogos e materiais).
  • 88,9% avaliaram a aplicabilidade do conteúdo com nota máxima.

Mais do que números, o que ficou foi a mudança de olhar. Muitas pessoas participantes disseram que saíram diferentes do que chegaram.

“Foi um momento de provocação e, certamente, de desafio para sair da zona de conforto. Confesso que, ao final do dia, me sentia um profissional — e uma pessoa — melhor do que no início da agenda.”

“A roda do poder foi um choque de realidade sobre equidade aplicada.”

“Cheguei achando que já fazíamos o suficiente. Saio percebendo o quanto ainda existem vieses invisíveis.”

“Não imaginava que teria confiança para falar coisas que nunca foram ditas no convívio da empresa.”

“Perceber que inclusão é muito mais profunda do que eu vinha aplicando com meus times.”

“A experiência foi um tapa na cara sobre como normalizamos certos vieses.”

Talvez o maior avanço tenha sido ver a pauta de diversidade deixar de ser vista apenas como uma questão social para se tornar também uma responsabilidade da liderança.

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